terça-feira, 17 de novembro de 2015

Lembrança....

Essa semana o nosso querido facebook me veio com uma imagem de alguns anos atrás, obviamente eu compartilhei com as devidas marcações porém me pergunto se quem estava na foto ainda existe ( ninguém morreu, porém todos mudamos ).
A foto era em uma lancheria onde estávamos eu e mais dois amigos, celebrando o dia do amigo ( coincidência ou não ). Porém vamos analisar essa foto hoje, a lancheria não existe mais, um dos amigos mora em outro estado, eu to aqui vivendo essa nostalgia ao escrever isso, e o terceiro amigo eu ainda vejo no dia a dia mas não somos aquilo que éramos antes.
É magnificamente complexo a forma como o tempo nos transforma, e sem que percebêssemos fomos esquecendo algumas coisas que eram muito importantes em nossas vidas.
Vou mergulhar um pouco nas minhas lembranças e espero que quem esteja lendo isso possa tentar ver o mundo como eu via...
Éramos jovens adolescentes, sem experiência, cheios de sonhos e vontades, repletos de incertezas e problemas pessoais ( exatamente como qualquer outro adolescente ), mas tínhamos algo que outros não tiveram a sorte de construir, uma boa amizade.
Lembro das manhãs indo para aula de Verona ( a bike, não o carro ), um pouco porque gostávamos de pedalar, outro porque era um saco ir de escolar já que sempre tinha um pessoal pra encher a paciência. Eu espera meus amigos na avenida que liga as praias, não importava se fosse verão ou inverno, essa era a nossa rotina, mas guardo na lembrança os dias de neblina, de onde saiam do meio do cinza aquelas duas bicicletas com os meus irmãos, não precisava dar bom dia, simplesmente os acompanhava e dava aquele toque de mão ainda pedalando e seguíamos o nosso destino. Um trajeto relativamente curto até a escola, mas onde muitas coisas aconteceram, muitos desabafos, muitas risadas e tombos ( uns bem feios ), vivemos o segundo grau com a ideia de que aquelas amizades seriam eternas, nunca nos separaríamos, porém a vida de adulto é cheia de surpresas, e por mais que um adolescente cheio de hormônios e sentimentos possa saber lá no fundo que tudo aquilo vai acabar, eu não queria admitir isso. 
E por um tempo eu sofri essa perda, a distância dos melhores amigos me transformou, tomei decisões precipitadas, decidi acabar com a adolescência antes dos 18, casei, adquiri responsabilidades, compromissos, virei um adulto chato.
Me pergunto como seria se nós todos tivéssemos ficado aqui, se seria bom eu não sei, mas sem dúvida é um pensamento egoista da minha parte,  somos todos responsáveis pelo nosso destino, pelo rumo que damos para a nossa vida, e eu vejo que o rumo que eles deram na deles foi o qual parecia mais apropriado na época, e eu tenho um imenso orgulho dos homens que nos tornamos, cada um com suas prioridades, seus trabalhos e famílias. 
Mas sem dúvida eu tenho mais orgulho de ter aproveitado o tempo ao lado deles, foi a época que formou nosso caráter, nossa índole, pedalando e rindo pela estrada, passando tardes jogando vôlei, juntando as moedas pra comprar um refrigerante com bolacha recheada, estudando a noite pra recuperar a falta de professores, foi tanta coisa que não cabe em um único post, as lembranças escolares merecem um post especial, mas vale deixar gravado aqui que eu passei na nossa antiga escola esses dias pra fazer a matrícula do meu irmão e vi aquele templo de lembranças com outros olhos, ( mas fica pra semana que vem ).
Voltando a foto que me trouxe essas lembranças, aqueles jovens só existem na memória, em histórias que eu vou adorar contar pra minha filha, nos vejo como exemplos de amizade, o tempo não destruiu isso, também não posso dizer que nada mudou, tudo mudou, ainda somos amigos, mas distantes, cada um em um estado diferente, vivendo vidas completamente distintas, alguns já são pais, outros ainda são os solteiros, somos todos felizes? Tomara que sim, não temos a nossa loja de som de carro( será que você ainda lembra disso? ), mas temos lembranças e experiências juntos, isso nada nem ninguém pode apagar....

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Cores e Sentimentos

Tenho visto alguns filmes que tem mexido com os meus pensamentos, até me lembram alguns de quando eu era criança, assisti recentemente um filme em que o mundo era sem cor, sem sentimento, tudo era programado, porém havia alguém entre eles em que era delegado a missão te manter as memórias do mundo como ele era antes ( vc já deve saber de que filme estou falando ), aquilo me fez voltar alguns anos na memória. Já parou pra pensar na importância das cores no nosso dia?  O calor delas e o sentimento que elas significam? Eu já.... Fico feliz que não sou só eu que tenho esses pensamentos loucos e sentimentais. Imagine um mundo todo cinza, onde tudo ocorre com uma rotina específica, ( não parece que todo dia iria ser uma segunda nublada? ). Agora se imagine olhando para uma árvore e ver o Verde surgindo aos poucos, derrepente um tom de azul ao fundo com manchas brancas sobrevoando tudo... Oque você sente ao imaginar isso? Eu sinto a vida, sinto a beleza das coisas simples, mas acima de tudo percebo os sentimentos que as cores proporcionam, assim como a falta delas também te trás um vazio na alma. Realmente seria apenas sobreviver em um mundo assim, mas o pior de tudo é que sem percebemos tornamos nosso dia assim, sem graça, sem vida, sem amor... Vivemos a rotina  afobada de trabalho e deveres, exaltando prazeres que nem conhecemos porque deixamos de sentir prazer na simplicidade das coisas. Como a luz do sol que entra através de uma fresta na janela pela manhã e ilumina a mesa dizendo que hoje o dia está bonito e Vale a pena viver, ou em um sorriso de alguém que você ama, ou o olhar de uma criança. Coisas simples sempre foram mais importantes e mais marcantes pra mim. Sentir o vento no peito quando estou na estrada, a primeira impressão de algum lugar, o prazer de cozinhar com quem você gosta, essas coisas e tantas outras só tem todo esse sentimento porque vivemos em um mundo colorido. Então acho que devemos lutar contra a rotina cinza que tenta nos dominar cada vez mais....

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Vivendo ou sobrevivendo?

Não sei se acontece com você, mas tem momentos em que parece que eu estou despertando no meio do dia, não que eu estivesse fisicamente dormindo, mas é como se o dia a dia me colocasse em algum tipo de sono ou transe, me deparo em algumas situações inesperadas ou que eu não me imaginava fazendo algum tempo antes, na maioria das vezes não são situações ruins, mas coisas simples que não percebemos ao fazer.
Fico pensando que muitas vezes não estamos vivendo, estamos apenas sobrevivendo, tomando uma decisão de cada vez sem pensar até onde isso vai nos levar, e quando percebemos é que acordamos momentaneamente pra vida, e percebemos onde, como e com quem estamos, porém a rotina nos adormece novamente, e um novo despertar pode levar dias, semanas, meses e com azar ou falta de tempo pode levar anos.
Conheço pessoas que parecem que nunca despertaram, vivem uma vida sem direção, sem vontade, apenas passam pelo dia e acho que nem ao menos olham pra trás pra ver se foi mais um ou menos um dia de "vida".
Espero nunca ficar assim, não quero sobreviver , quero viver (só falta uma imagem de alguém de braços abertos no pôr do sol..), quero saber de onde eu sai, por onde passei, e onde cheguei, quem eu levei comigo, quem ficou no caminho e quem seguiu seu destino.
Uma das vezes em que tive esse despertar foi bem simples e bem marcante, estava eu no momento mais comum do dia, (escovando os dentes) quando levantei a cabeça e vi onde eu estava, estava em uma casa que não era a minha, com o meu pijama, indo pra uma cama que não me pertencia, dormir ao lado de alguém que a pouco mais de dois anos eu nem sabia que existia. Então veio um flash back dos últimos dois anos ao lado dela, pequenas memórias de acontecimentos e decisões que me levaram até aquele momento puramente simples, mas gigantescamente significativo.
Agora forçando a memória acho que o ultimo despertar antes desse aconteceu a quase dois anos, quando percebi que eu estava sendo o esteriótipo do solteiro, (como assim?), curtindo festas, sendo de ninguém, esperando pelo fim da tarde pra tomar um banho e ir para a gandaia, e claro ter um cachorro...
Realmente são estranhos os rumos que a vida toma dia a dia, e até onde ela nos leva, mas acredito que se nós despertamos mais algumas vezes na vida possamos saber para onde estamos indo, espero que possamos viver e não apenas sobreviver....




sábado, 5 de setembro de 2015

Eu personagem?

Sabe quando você assiste uma série e percebe que existe alguém ali que se parece com você, sem ser o super herói, ou a gostosona, (também não vale quando você começa a agir como o personagem) me refiro a detalhes e sentimentos que se percebe mas não se comenta.
Por exemplo, assisto uma série policial como muitas outras, porém o personagem principal me chama muito a atenção, e ouso a dizer que somos parecidos.
Ele é rico e bem sucedido porém eu não (ainda não), mas os detalhes que me chamam a atenção nele são os sentimentos e a simplicidade de coisas infantis ou a infantilidade de coisas simples, talvez porque ele seja um escritor e perceba esse tipo de coisa, eu me sinto de certa forma conectado, e aliviado de não ser a unica pessoa a ver o mundo dessa forma, mas se você esta pensando que quando digo isso me refiro somente ao personagem, está errado, me refiro ao escritor e o roteirista do personagem, afinal são eles que criam a alma do mesmo, e claro ao ator que da vida a toda essa criação.
Vejo seus conflitos internos, seus medos, suas brincadeiras e imaginação fértil, mas vejo também seus medos e fraquezas, seus relacionamentos familiares e o seu humor diante de dificuldades do dia a dia.
Algumas coisas simples como não saber perder em um jogo, ou uma frase que ele diz com frequência:"a vida é uma aventura".
Gosto de saber que não sou o único a ver o mundo dessa forma, mas vamos nos ater ao personagem.
A série começa com ele já adulto porém jovem, imaturo e muito infantil, oque deixa o personagem divertido, mas acompanhando tantas temporadas vejo o desenvolvimento dele na vida, vejo as referencias nerd´s que o personagem possui, e penso que se for assim que outras pessoas me veem, por mim tudo bem.
Amor pela família, valores nas coisas simples, tradições de natal, imaginação fértil para superar os desafios do dia, imaginar que o mundo é apenas um parque de diversão do qual não levamos nada.
Esse é ele, ou eu? (é por ai que eu me perco)
A relação com a filha me faz sempre pensar na minha também, ser o pai divorciado que tenta balançar entre fazer as vontades da filha e educar de uma forma eficaz, ser acima de tudo o amigo.
Ser com a namorada o mesmo homem por quem ela se apaixonou nunca deixando se ser aquela criança com o brilho nos olhos.
Surpreender muitos tomando atitudes inesperadas em momentos críticos da vida, sendo responsável e cauteloso, admitindo com seriedade que o mundo não é um lugar fácil de se viver.
Vivendo rodeado pela mãe, filha, namorada e amigos, tudo isso em sua rotina de trabalho (até que parece a minha vida), faz com que os sentimentos fiquem mais a mostra, talvez seja isso que eu tanto goste na série e no personagem.
Gosto de pensar que posso ser como ele, não pela parte de trabalhar com a policia e ser muito rico ( oque não seria uma má ideia), mas por ser exatamente aquele tipo de pai, de namorado, e de filho, ser aquele tipo de pessoa...
Garanto que seria um mundo melhor se existissem mais pessoas assim, afinal é um conjunto de acontecimentos que constroem uma história, e quem não quer uma história feliz...


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Corridas

Minha paixão por jogos de corrida não é de hoje, me lembro de quando ganhei meu Atari e meu pai (em uma das raras vezes que esteve comigo) sentou ao meu lado no chão e me ensinou a jogar, passei a infância jogando Top Gear, então entrei na adolescência e descobri Need for Speed, agora no play jogo Blur, foram fases diferentes de um tipo de paixão, dirigir sempre foi meu sonho e virtualmente posso dizer que mando bem, corridas alucinantes, música alta, o som das derrapagens....
Correr é uma questão de paixão, tanto no asfalto quanto na tela, sempre gostei e sempre vou gostar, mas admito que na fase do Need a coisa se tornou ainda melhor, ver todos aqueles carros e a possibilidade de customização era realmente uma maravilha, hoje jogando Blur em uma tv enorme, com o home ligado e no escuro do quarto, a imersão é muito maior, mas quando vi pela primeira vez o filme do Need foi como se estivesse retornando a minha adolescência, as estradas, as corridas, até as mensagens no carro foram feitas lembrando os jogos, realmente mexeu comigo, pode parecer bobo (e é mesmo) mas acho que tudo que fez parte da minha vida quando volta, traz um sentimento nostálgico.
Me lembro de passar horas jogando top gear e como achava aquilo o máximo, e sempre falava a mesma coisa: _A gente corre, corre e nunca chega nas montanhas!
Depois no pc jogando Need, tantos detalhes, tantas emoções o jogo, que saudade daquele tempo....
Sei que nunca vou correr daquela forma, mas quando estou na estrada sinto um pouco daquilo em mim, só eu a estrada e a música, por instantes esqueço os problemas e tudo fica tão leve, tão simples, ir do ponto A até o ponto B.

Poderia ficar aqui dando especificações de cada jogo, mas não é essa a minha proposta, só quero tentar passar um pouco de como eu me sentia e ainda sinto ao viver o jogo ou jogar a vida, são as curvas, a luz do sol na pista, a sombra das árvores, e tudo acaba tão rápido, aquele impulso de adrenalina e pronto, já era, talvez o jogo talvez a vida....


terça-feira, 4 de agosto de 2015

Celular...

Já parou pra pensar em como sua forma de usar o celular mudou?
Toma um exemplo ai, hoje usamos o telefone pra acessar a internet, principalmente o face, a câmera  o player, o Instagram e o aplicativo do capeta (watts), e tem gente que nem se lembra mais que dar pra fazer ligações. 
A qualquer momento o telefone toca, tem alguém chamando no watts tem uma atualização no face, mas você se lembra oque fazia antes disso?
Me chame e velho mas na minha adolescência era só toque (limpa essa mente poluída), ninguém tinha dinheiro pra ficar colocando recarga no celular, então se economizava o máximo, e na época a moda era dar toques pro telefone de alguém pra tipo dizer um oi, ou começar uma conversa por sms...
Me lembro que eu tinha varias mensagens armazenadas, com desenhos feitos com caracteres do teclado (que época criativa),  para os mais possíveis assuntos.
Hoje prevalece o vídeo, ninguém cria mais nada, só copiam e compartilham...o geração perdida.
É uma nostalgia lembrar do meu primeiro celular, praticamente indestrutível, trocar a capa e ostentar os toques monofônicos, o tipo de telefone que abaixa a calça de tão pesado que era...
Já perdi a conta de quantos modelos passaram pela minha mão, mas infelizmente hoje somos tão dependentes dele que não consigo sair de casa sem o meu. (E nem você)
Épocas diferentes, costumes diferentes, porém as mesmas pessoas, isso que me assusta, está tudo passando tão rápido que nem percebemos o quanto nós mesmo mudamos em poucos anos, quando criança nem sonhava em ter um computador, hoje tenho um no bolso, não vejo crianças jogando bola ou taco (só se tiver algum aplicativo pra isso). Isso me assusta um pouco, apesar de ser um nerd é amar tecnologia, às vezes sinto falta do mundo em que eu cresci, um mundo com menos usuários e mais amigos.. 



terça-feira, 28 de julho de 2015

Geek ou nerd?

Esse fim de semana participei do meu primeiro evento nerd, não foi nenhuma comicon, mas valeu a experiência de ser o primeiro movimento no estilo aqui no litoral, presenciei coisas bem estranhas ( com e sem cosplay), algumas bancas de vendas uns torneios de jogos de lol, e umas coisas que prefiro nem comentar...
O que me chama a atenção é que o evento carregava o termo geek, porém de acordo com as definições atuais acredito de que geek seja um nerd mais relacionado à tecnologia, e não vi nada disso, também não estou aqui pra julgar isso, mas me passou duas possíveis causas de levar o termo geek no nome.
A primeira é que os organizadores não fazem ideia das diferenças entre os tipos de nerd, e a segunda é que eles ainda tem um certo medo ( ou vergonha ) de usar o termo nerd.
Não sei qual dos dois é pior, mas espero que no próximo evento ( se acontecer ) possamos ver mais nerds se divertindo, mais cosplays bem feitos e mais lojas pra que possamos entregar nosso dinheiro.

Levando em consideração as diferenças de nerd, acredito que no mundo atual todos nós temos um pouco de geek é um pouco de nerd, sou um nerd que vive um estilo geek? Talvez...
A tecnologia faz parte do nosso dia, e a prova é que você está lendo um post que foi feito em um device, que armazenou na nuvem pra que fosse postado no blog e compartilhado em alguma rede social que você deve ter acessado pelo celular.
Somos todos nerds todos geeks, somos todos iguais nas nossas diferenças....



segunda-feira, 20 de julho de 2015

Batman

Não é de hoje que deixo bem claro que o Batman é o meu herói preferido, já disse isso antes, talvez seja porque ele tem aquele tom sombrio anti-herói, ou porque é ele que fala as verdades na cara de seja lá quem for (geralmente superman).
Mas vou me concentrar em te explicar porque eu gosto tanto desse herói.
Primeiro de tudo, estilo é uma coisa que ele tem de sobra, tá todo mundo lá conversando sobre o problema e ele sai de qualquer canto escuro com aquela capa e voz que coloca medo e respeito.
Ele não usa meias palavras, nunca tem duvida do que vai fazer (o Batman, não o Bruce), quem tem o carro mais foda? O avião? O cinto?
Quem é o nerd que deixa todo mundo com medo?
Tá vendo só?! Todo mundo gosta do Batman...
Quem não queria ser o Batman? Ter quele carrão, aquela roupa cheia de acessórios, o respeito do superman e de toda a liga da justiça.
Nesses meus longos anos de nerd já passei por varias versões do Batman, no cinema e nos desenhos, não saberia dizer qual eu prefiro, mas sem duvida todas tem o meu respeito(a versão com o George Clooney nem tanto assim), a interação dele com o super choque foi uma passagem bem interessante pra quem acompanhou, deu uma visão um pouco diferente do que eu estava acostumado.
Mas não são só os nerds que gostam do batman, vejo muita gente por ai usando as camisetas com o logo do morcegão, não questiono nem critico o fato da grande maioria não saber muito mais do que viram em um filme, afinal cada um se dedica aquilo que gosta.
A história do Bruce Wayne até se tornar o Batman é bem interessante no meu ponto de vista triste mas eficaz, assistindo a série Gotham ajuda a esclarecer alguns detalhes importantes.
Mas nenhum herói existe sem vilão, e o que dizer dos vilões do batman?
Não sei se tenho capacidade pra descrever o Joker, o Pinguim, a Mulher Gato.....
Minha adoração por esse personagem vem desde muito cedo, porém hoje posso gastar mais tempo entendendo as histórias e os personagens, e isso faz com que tudo seja sempre novo, as interpretações no cinema, a criatividade de cada desenhista, cada filme ou desenho por mais antigo que seja, é sempre novo a cada vez que revejo.
Me interesso pelo manto do Batman, quem assume e por quanto tempo, afinal o Bruce pode não ser para sempre mas o Batman pode.
Claro que como todo fanboy eu tenho meus acessórios do morcegão, caneca, copo, balde pra pipoca...
Não tenho vergonha nenhuma nisso, tenho até um certo orgulho, fez parte da minha infância, adolescência, e da minha atual fase adulta, porém quero passar isso adiante, então sempre que eu posso eu pego a minha filha e digo essas sabias palavras:

__ Larga isso ai e vem aprender um pouco de cultura, vem ver o Batman com o pai.

Vamos deixar claro aqui que ela também gosta..




quarta-feira, 8 de julho de 2015

Minha opinião sobre livros

Como todo bom nerd eu gosto de livros, não muito, nem tão pouco, acredito que o suficiente para me deixar com a cabeça funcionando como deveria. Já li alguns tipos variados de livros, mas sem dúvida os que me atraem são os relacionados a anjos e culturas da igreja.
Assim como no meu gosto por séries não acho que um livro que fale totalmente a realidade seja um escape da rotina como deve ser, eu quero ação, ficção, bons personagens, continuações, lutas, descrições de cenários que te fazem estar lá junto com o personagem, isso sim é viajar.
Recentemente terminei Filhos do Éden (Anjos da morte), mas é claro que eu não cheguei nele sem ler Herdeiros de Atlântida, e o espetacular Batalha do Apocalipse (que na minha opinião pode ser levado como verdade), não vou contar as histórias dos livros leia você mesmo, mas vou te dizer o que me faz gostar tanto deles assim.
Eu passei um bom tempo da minha infância dentro da igreja, então tinha uma visão mais suave de anjos e seus conflitos, porém quando eu comecei a ler a Batalha do Apocalipse minha mente explodiu (pra ajudar ainda estava na temporada que falava sobre anjos em Sobrenatural, só ajudou a espalhar os destroços da minha mente).
Então me vi no meio de conflitos e batalhas que tiravam me deixavam sem ar, descrições de armaduras que faziam os Cavaleiros do Zodíaco parecerem fantasias de carnaval, as descrições de espadas tão poderosas quanto quem as empunhavam, pra mim que sempre gostei de facas e espadas aquilo era uma maravilha.
Não quero dizer que só livros com essa temática sejam bons, pra mim sempre foram e continuarão sendo mas não é isso que faz um livro ser bom.
Pare pra pensar em porque você está deixando de fazer outra coisa para ler, é só pra parecer mais inteligente? Pra postar foto no instagran? Pra aprender palavras difíceis? (se for a ultima recomendo um dicionário).
Eu deixo de fazer alguma coisa qualquer para ler, porque nenhuma atividade vai me dar a oportunidade de fazer tanta coisa como um livro. Não é uma viagem, é mais uma submersão em um mundo paralelo onde eu não preciso ser o protagonista, apenas estar ao lado dele (um pouco John Watson eu acho) vivendo aqueles conflitos, aqueles dramas, paixões, lutas, decisões e consequências, perdas e ganhos. As mortes nos livros não são mais fáceis de absorver quanto as nas séries, são na minha opinião de extrema importância para o envolvimento na trama.
Gosto de me sentar na cama ou no sofá, pegar aquele livro sem marcas, ainda intacto, com cheiro de novo, e devorar aquela história, sem pressa, mas com o maior prazer possível, ler sem gostar daquilo que está lendo é inútil, perda de tempo seu e de quem escreveu, então procure algo que você gosta, não o que os outros gostem, leia por você e para você.
Meu tipo de livro é aquele que sem sair do meu sofá, eu vou onde avião nenhum me leva, aquele tipo de livro que te faz pensar diferente sobre assuntos tão sólidos, aqueles que quando você para de ler um pouco fica pensando no que será que vai acontecer, você quer voltar o quanto antes para a história, e quando termina fica aquele gosto de quero mais, muito mais.

Enfim, cada um gosta de tipos diferentes, romances, ação, policial, ficção, não importa o que você goste, desde que aproveite a sensação de um bom livro, então leia, faça essa submersão e depois sim, posta no instagran.....

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Vantagens de ser Nerd

Vou te contar umas vantagens em ser um nerd.
Já se imaginou chegando em casa e ter o som espalhado pela casa e ser controlado pelo celular?
Quem sabe estar assistindo um vídeo do youtube no tablet e achar a tela pequena e resolver passar ele pra tv sem nenhum fio, ou então escolher em qual tv reproduzir as musicas ou filmes do seu note.
Acredite isso é uma vantagem, nós sabemos fazer isso com uma facilidade que deixa uma pessoa normal de boca aberta, nessas horas que vejo como é bom ser nerd, e pode acreditar, isso te dá uma vantagem com a mulherada.....
Imagina que você esteja com alguma pessoa e a casa toda no clima e você com o controle na sua mão pra mudar de uma musica relaxante para uma mais quente....e assim por diante.
Mais uma vantagem em ser nerd, qualquer coisa que você faça relacionado a tecnologia é automaticamente considerada quase impossível para um mortal comum (é onde começa a entrar dinheiro).....
Gosto de como as pessoas se espantam quando percebem que mesmo eu sendo nerd tenho uma vida social (alcoólica) bem agitada, isso dá um impacto em atitudes que para outras pessoas seriam comuns, como sair e voltar bêbado (isso não é exemplo), ser cara de pau, entre outras atitudes comuns.
Vou te dar um exemplo: Era uma vez um nerd (eu) em uma festa qualquer, tudo estaria normal se o nerd estivesse em um canto isolado da festa, porém essa atitude não se aplica e esse nerd.
Onde ele estava?
No meio do salão dançando com 3 garotas ao mesmo tempo!!!( todas amigas uma da outra)
E como foi a noite? Regada a cerveja e musica!
Open bar, mulherada e nenhuma vergonha na cara.....
Isso seria normal se não fosse um nerd?
Olhando por outro ponto de vista, devo ter deixado alguns com inveja, mas não vai usando essa sua mente poluída e achando que eu fui pra fudelança (se bem que não era má idéia), mas não foi isso que aconteceu.
Só queria te mostrar que a sociedade nos mostra de uma forma um pouco diferente do que realmente somos, no fim das contas somos iguais, apenas com aptidões um pouco diferentes, mas podemos fazer a mesma coisa, seja controlar uma casa através de um celular ou perder o controle através de uma garrafa....

terça-feira, 23 de junho de 2015

A dor da morte, nas séries

Como toda pessoa normal de hoje em dia você acompanha alguma série, já percebeu como a morte de um personagem na série é bem mais dolorosa do que em algum filme ou novela?
Estava eu assistindo a terceira temporada de uma série e bem o ultimo episódio da temporada morre um personagem que não era o principal, mas fazia parte do dia a dia da série. Então parei pra perceber essa diferença, como é bem construída uma morte em uma série, seja pelo motivo que for, mudança de roteiro ou saída do ator.
Acredito que seja mais doloroso devido ao tempo que passamos assistindo um personagem, temporadas inteiras com aquelas pessoas ali, que no fim das contas pra gente que assiste frequentemente é parte do nosso dia a dia, vou dar o exemplo da perda que tive essa semana.
O personagem que morreu era o capitão de um departamento policial, como já disse, não era o principal personagem, porém tinha seu carisma, mas o interessante é que a morte dele foi causada por acontecimentos que vinham se acumulando em todas as temporadas, e mesmo vendo que ele tinha sua parcela de culpa foi doloroso ver ele partir (olha o drama), oque me fez perguntar o porque disso?
Acho que ter contato por várias temporadas com uma série te da um certo sentimento de proximidade que as novelas e filmes não tem espaço pra trabalhar, mas não só a morte, os relacionamentos e desenvolvimento dos personagens são muito bem construídos (quando a série é boa) assim como os dramas familiares, é inevitável se por no lugar de algum personagem ou ver um pouco de nós mesmos em algum deles, não sei você, mas isso é comum pra mim.
A morte deles são na maioria das vezes mudanças grandes como em CSI, que ocorrem várias mortes e cada uma delas acaba trazendo um perfil diferente pra série, ou até uma falsa morte como em Arrow, uma morte necessária para o fim de um vilão como no Flash, e em muitos outros exemplos.
Talvez seja só sentimentalismo sem fundamento, ou não, mas eu não gosto de mortes em séries, traz um drama que não era esperado, não que isso seja prejudicial para a mesma, mas alguns personagens não deveriam morrer.
Não vou nem comentar sobre Game of Thrones que dai já é outro departamento....



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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Prefiro os Vilões!

Todo mundo quer ser o herói, o mocinho, aquele que salva o dia, eu não.
Não é atoa que o nome do blog é inspirado em um vilão,.
Você já parou pra ver o ponto de vista de um dos vilões?
Ao meu ver, eles são heróis na grande maioria, ao menos era essa a intenção no começo de cada história, Darth Vader não nasceu no lado negro da força, o Vegeta era um príncipe, o Rei do Crime só quer salvar a sua cidade e o Coringa...esse é louco mesmo.
Simpatizo com os vilões e anti-heróis, principalmente em séries, acho que é porque mostra mais da história de vida deles, filmes focam muito no herói e na donzela, e vamos ser bem sinceros, os vilões sempre são mais fodões!
Manipuladores, frios e calculistas, cada passo planejado, controlam os sentimentos, convencem exércitos de que estão certos, e ainda sempre tem mais dinheiro.( só vi vantagens )
Dai você vai me dizer que ele não fica com a mocinha no final do filme, ele não precisa! Prestou atenção que ele já começa o filme com uma morena dominante, sedutora e enigmática ao lado dele?
Pois é....tem suas vantagens ser vilão.
Todos eles tem história de superação, traumas e dramas familiares, o vilão é só o lado menos popular do herói, o lado menos vendável...
Ou por mais difícil que seja admitir, o vilão é o lado mais humano, não vem me dizer que se você tivesse os poderes do superman iria ficar trabalhando em um jornal, isso não é verdade.
O vilão faz oque quer na hora que quer, as vilãs então nem se fala, te lançam aquele olhar canibal e já era!
Quer exemplos de alguns vilões que devem ser reconsiderados? Flash reverso, Rei do Crime, Malcon Merlin(meu favorito).
Todos eles tem dinheiro sobrando, são inteligentes e influentes, é a vida real (tirando o reverso).
Me identifico com eles, é mais forte do que eu, entradas triunfais como em mega mente (eu vejo desenho sim, sou pai também), elegância, frases bem feitas, recursos e não superpoderes, isso faz que o vilão seja mais real, mais próximo, mais verdadeiro.
Não poderia deixar passar certas coisas como o fato do Esqueleto ser bem mais legal que o He-man, a sabedoria e opinião forte do Magneto, as verdades que Lex jogou na cara do Superman, entre outros...
No fim todos eles tem um ideal, só escolheram a forma errada de trabalhar, ou não.


Enfim, venha para o lado negro da força, aqui tem wi-fi!!


Fique à vontade para comentar, fazer alguma pergunta ou sugestão, compartilha pra mostrar que nem todo nerd é igual. 

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Dia dos namorados

Você já se imaginou namorando um nerd ou uma nerd?
Infelizmente as vezes que eu ouvi alguém comentar sobre isso não foram agradáveis, parece que nós nerd´s somos o fim de carreira pra qualquer mulher, acredito que se dessem mais oportunidades para nossa “classe” as coisas seriam diferentes.
Usamos a cabeça ao invés do corpo, logicamente valorizamos isso também, talvez se expressar não seja tão fácil quanto se imagina até porque temos menos experiências de relacionamento, mas você pode pesquisar sobre o assunto, geralmente elas não se arrependem.
Mas vou te explicar como é o meu namoro já que sou um nerd assumindo.
É simples e complicado como qualquer outro relacionamento, não ficamos estudando nem lendo juntos até porque ela não é nerd, mas tenho alguma influência sobre o que fazemos, dividimos alguns gostos, como os livros por exemplo, alguns filmes, particularmente séries e jogos de vídeo game, mas sem dúvida o que mais nos aproxima é a pizza com cerveja.
Ficar juntos vendo séries é realmente muito bom, isso gera assunto e brincadeiras, como eu já disse antes, série é como uma novela (só que melhor), juntar pizza, cerveja, vídeo game e terminar com você sabe o que, não tem preço...
Não vai achando que só ficamos em casa, saímos com frequência, pra dançar, beber e obviamente namorar. Mas afinal de contas o que é namorar? Considero que seja aquele momento em que você está com a pessoa dividindo algo que até então era só seu, uma opinião, um comentário, um problema, uma história.
Andar pelas ruas da cidade conversando e saboreando um cachorro quente, ou ficar vidrado em algum personagem de uma série ou filme, passar o dia ameaçando o parceiro sobre o jogo que vão jogar a noite.
Realmente não há nada de tão diferente em namorar um nerd, no máximo declarações um pouco originais.

Se você é alguém sem par nesse momento não se preocupe, você vai achar seu Player 2.

Fique à vontade para comentar, fazer alguma pergunta ou sugestão, compartilha pra mostrar que nem todo nerd é igual. 

terça-feira, 9 de junho de 2015

Vídeo game...

Oque significa jogar vídeo game pra você?
Estava a poucos dias assistindo um documentário sobre a história do vídeo game, vi como esse simples brinquedo se tornou uma rede de amizades, se tornou um estilo de vida uma coisa muito maior doque eu e você imaginamos.
Jogo desde os 7 anos aproximadamente, nunca fui viciado, mas gosto de entender do assunto, vivi a maravilhosa era do super Nintendo, passando horas sendo o Super Mario, correndo no Top Gear, entre outros muitos jogos, passei pelo play 2 e agora passo bons momentos no play 3, mas oque isso interessa? Bom, minha forma de ver o vídeo game é a seguinte: Me sento em frente à minha tv, ligo meu console e vivo aquela aventura, sendo algum lutador, ou em alguma corrida alucinante, não passo mais que três horas ali, mas se você pensa que isso me afasta das pessoas está enganado, esse hábito me aproxima mais de alguns amigos e serve de diversão no namoro, não existe noite de jogatina que não traga alguma pérola e muitas risadas.
Se já faz isso por mim que jogo off-line, imagina quem joga on-line, aproxima pessoas muito mais distante, relembra momentos da infância que ficávamos todos juntos na casa de um dos amigos pra jogar, faz pessoas se conhecerem e dividirem aventuras em um mundo sem os problemas do dia a dia, já vi histórias de amizades duradouras surgirem em jogos e são cada dia mais comuns.
A geração de gamers está cada dia maior, e superando preconceitos, existe um mercado de trabalho gigantesco de desenvolvimento de jogos e consoles, oque prova a importância dessa cultura.
Não descarto meu console de forma alguma, mesmo que eu passe dias sem jogar.
É uma ferramenta excelente pra relaxar depois de um dia estressante, seja qual for a forma que você jogue e independente do jogo, ter a oportunidade de ser um personagem que você gosta não tem preço, é como viver um filme.
Participar daquela história, de toda ação, tomar decisões e arcar com as consequencias, isso é um jogo, uma vida virtual, uma fuga da nossa realidade.

sábado, 6 de junho de 2015

Séries são novelas?

Já perceberam que assistir series está na moda? Particularmente eu acho que elas substituem as novelas. Mas porque essa dominação tão rápida e de tamanha escala? Tenho uma teoria que eu acho particularmente simples, elas são melhores!
Porque elas são melhores? Dai já é um ponto de vista mais complicado é particular, mas vou dividir com você.
Imagine o seu dia a dia, acorda, vai trabalhar, se estressa, tem problema com a família, a cidade está cada dia mais violenta, a economia não ajuda em nada, daí você chega em casa liga a tv e está passando a novela que retrata a realidade brasileira, inclusive com propaganda de cosméticos bem conhecidos.....
Pra mim não dá! Quero chegar em casa e ver uma boa série policial onde político corrupto vai preso, bandido leva tiro, onde a justiça costuma ser rápida, ou melhor ainda, quero ver um herói que atira flecha nos sem vergonhas e ainda diz: Você falhou com essa cidade!
Iria faltar flecha no Brasil se alguém fizesse isso. Ou um nerd que levou um raio na cabeça e ficou super rápido (adeus ônibus), quer mais motivo? Até os mendigos são mais bonitos que nossos vizinhos, a internet não cai, só tem mulher bonita, e tudo sempre termina bem.
Você vai me dizer que tudo isso é bobagem, que esse tipo de coisa não existe, tudo bem, não existe mesmo, e é justamente essa a graça, porque eu vou querer chegar em casa depois de um dia chato e ver as mesmas coisas na tv? Prefiro me distrair com fantasias do que ir dormir pensando a que ponto a tv chegou, ou pior até que ponto nós chegamos.
Digo isso porque a culpa é nossa sim, a tv retrata a realidade, e fomos nós que deixamos chegar a esse ponto.
Mas nem só de séries vive um nerd, desenhos também, oque pra mim são como qualquer outra série ou novela, tem uma história, tem personagens bons, tem vilões, tem humor e muitas vezes tem romance, ou você acha que super herói não pega ninguém?!
Não critico quem prefere novela, tudo tem seu tempo, a forma como vemos tv está mudando, e um dia acredito que escolheremos oque vamos ver, não vai sete mais uma caixa com alguém dentro me mostrando coisas, vai ser um painel cheio de opções, onde vamos fingir não fazer parte dessa realidade absurda de hoje.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Geração nerd

Não sou da geração que leu quadrinhos de super heróis, na verdade eu nem gostava de ver os desenhos do super homen ou do Batman porque achava que todos eles eram iguais sem as máscaras (ainda acho), não sei bem quando fui apresentado a esse mundo, talvez quando comecei a ver X-men evolution no SBT, claro que filmes eu já via sempre que possível, desde muito cedo fui gostando do herói que era o Batman, talvez porque ele não tivesse nenhum super poder, só um super cheque especial.
Hoje vivemos em uma época muito boa pra se tornar um fã, temos disponíveis muitas séries, filmes feitos com uma qualidade absurda, e internert em praticamente tudo.
Admiro quem é nerd a mais tempo, afinal fizeram parte do início da história, ao meu ver só temos essa quantidade absurda de cultura nerd espalhada por ai porque gera dinheiro, admiro ainda mais os nerds que ganham dinheiro com isso, até porque eu gasto o meu nisso.
Não sou um especialista em heróis ou qualquer coisa do gênero, não sou um super fã de nenhum deles também, mas posso sentar com alguém em um bar tomando cerveja e discutir sobre praticamente qualquer herói, seja da Marvel ou da DC, mas claro que eu não deixo passar desenhos como Dragon Ball Z, Pokemon, Digimon, e mais outros muitos dessa época, tudo que passava em tv aberta eu assistia, eu e todas as crianças da época é claro.
Sempre tive uma afinadade com anti heróis, ou até mesmo com os vilões (principalmente os manipuladores), era fácil pra mim entender o ponto de vista deles, acredito que meu preferido seja o Vegeta, gosto da forma como ele lida com o orgulho, a derrota e principalmente como ele vira um herói.
Poderia citar outros mas acho que vou me dedicar a escrever somente sobre isso outra hora.
Hoje acompanho umas quatro séries consideradas nerds, e mais umas quatro que não são, então são oito séries mais os filmes pra saber nome e história de personagens. É muita coisa pra cabeça!
Sem contar os personagens que tem histórias em crossover, ou alguns que passam o manto do herói pra outra pessoa, dimensões paralelas e afins...
Na minha geração o flash é o Barry Alen, o Batman mais bem feito foi o cavalheiro das trevas e só fui ter uma curiosidade pelo arqueiro verde vendo Arrow, e vivo a era de Game of Thrones.
Não dedico minha vida a isso, mas gosto de saber de tudo um pouco.
Certa vez uma amiga da família me disse:
 _ Te vendo hoje, ainda vejo aquele gurizinho que adorava o Batman.

E eu gosto de ser assim, uma criança grande.
Independentemente da geração, sou um nerd com orgulho.

sábado, 30 de maio de 2015

Programando em Álcool ++

Na realidade eu nao sei programar, mas entendo quando alguém fala sobre programação na minha frente, certa vez fui em um forum de tecnologia, so tinha nerd lá, ou Geek como preferir chamar, conversando com um e com outro para manter a imagem social conheci um programador, e entre conversas chegamos à conclusão que a melhor linguagem de programação é álcool++, sem duvida alguma, é a linguagem que não da errado, e se der a gente nao lembra mesmo (ao menos usa essa desculpa). Vou ser bem sincero aqui, o álcool mudou a minha vida, não sei se pra melhor, mas que mudou mudou. Sabe aquela história que nerd não  sai, não bebe, não se diverte nos bares? Tudo mentira! Eu bebo, eu saio, e as vezes nem lembro como eu voltei, e não vai pensando que é cheio de homem na volta porque não  é. Frequentava muito um pub na minha cidade, cerveja liberada a noite toda, aquilo era o paraíso porém o inferno era a ressaca, mas era muito bom dançar a noite toda e depois que você está meio embalado dança bem melhor (é o que você acha), mas não só de pub's era feito a minha programação em álcool++, tem ainda as nossas jantas sempre regadas a um bom vinho, ou as churrascadas que se estendiam pela tarde toda, formando aquele castelo de garrafas, as festas de fim de ano então nem se fala, essas merecem um post especial, mas voltando as jantas, sempre procuro cozinhar alguma coisa com álcool na receita, facilita a programação, e quando junta comida, bebida e baralho....nem o Dart Vader com toda a força da jeito na gente!! Hoje estamos mais calmos, não é com frequência que caímos na mão do palhaço, se não sabe quem é o palhaço, é a entidade espiritual que leva os bêbados pra casa depois de fazerem bastante coisa errada é claro, nos atemos a ter sempre cerveja na geladeira pra animar as noites de jogos no play, ou pra acompanhar a pipoca nos filmes, ou sei lá, só por tomar mesmo.
O álcool sempre esteve me cercando na infância, não na família, mas o mundo já me avisava de algumas coisas, até eu ir trabalhar em bares e aprender a fazer drink's chegando ao ponto de possuir um bar em casa.
Calma, não sou um bêbado que fica fazendo fiasco  por aí, só gosto de relaxar e abrir a mente com uma boa dose, afinal temos que ter história pra contar, também nunca vi ninguém comemorar nada fazendo um brinde com nescau.
Até  próxima, vou relaxar tomando um café  (ta muito cedo pra beber). Fique à vontade pra comentar, fazer alguma pergunta ou sugestão, compartilha pra mostrar que nem todo nerd é igual. E tenha uma bebedeira longa e próspera....

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Somos todos Nerd´s ou quase...

Vamos começar nos dando os parabéns, dia do orgulho nerd ou dia da toalha, não preciso explicar oque é, afinal se você está lendo isso provavelmente também é um.
Tenho orgulho de ser um nerd, isso me causa alguns problemas como o preconceito, apesar de estar na moda ser nerd e existirem MUITOS posers.
Sou considerado nerd porque entendo de informática, porque jogo video game ainda, porque uso camisetas de super-heróis, e mais algum monte de coisas, não vejo nada de mais nisso, sou um pai, um filho, uma pessoa como qualquer outra, porém minhas atividades incomodam outras, o porque disso eu não sei explicar bem, mas deve ser um recalque, mas deixo uma frase que sempre gostei:

"Não trate mal um nerd, ele tem grandes chances de ser seu patrão no futuro."

Mas vamos esquecer essas coisas desagradáveis e falar do que é bom!
Como é bom ser um Nerd, jogar play, ler um bom livro, não esquecer a parte boa de ser criança...
Somos todos um pouco nerds sim, ou vai me dizer que você nunca viu um filme nerd?
O Senhor dos Anéis, Vingadores, X men e por ai vai....
Vai dizer que não adoraria se divertir jogando com os amigos, ou conversando sobre filmes?
Eu sei, você faz isso, só muitas vezes não quer admitir.
Não tem problema, tudo ao seu tempo...

Quando digo que fui em alguma festa, que estava em tal lugar bebendo, ou quando se fala a respeito de mulher ou mulheres as pessoas me fazem a seguinte pergunta: Tu não é Nerd?
Eu simplesmente digo que sim, e que faço tudo aquilo que outra pessoa faz, só que usando a camiseta de algum herói.

Fica aqui o meu parabéns a todos os nerd´s em especial ao Jovem Nerd e toda a sua equipe, como o Sr K, Gaveta, Azaghal, que nos fazem se sentir bom ser um nerd.

Se gostou compartilha, comenta, curti, espalha por ai como é bom ser nerd.

domingo, 24 de maio de 2015

Um Nerd sem RPG

Qual é a imagem que vem na cabeça quando pensa em um nerd? Aquele cara de óculos, cabelo lambido e todo atrapalhado? E quando o assunto é RPG? Daí é aquele monte de nerd vestido de mago e mais coisas medievais?
Até que faz sentido mas não é bem assim...
Eu nunca joguei RPG, não que eu não goste, acho bem interessante, porém é um jogo que não se joga sozinho, e os de pc eu não tenho paciência de ficar ali esperando as coisas acontecerem....
Sem dúvida eu gostaria de jogar uma partida de RPG pra ver como é.
Eu sou o tipo que nem joga no computador, prefiro me sentar no sofá e me concentrar no play...agora se você está pensando que eu fico horas ali se enganou mais uma vez...
Fico no máximo uma hora e nem sou do tipo que joga aqueles jogos muito demorados, não jogo FPS (os de tiro), gosto mesmo é de uma luta tipo mortal kombat, assim posso jogar com sangue nos olhos ou jogos de corrida pra poder ao menos em algum universo paralelo ter um carro importado.
Pra mim vídeo game não é apenas um brinquedo, respeite isso, ele é uma Central multimídia de distração, diversão e uma ferramenta pra descarregar o stress..
Experimenta jogar quando está com raiva pra ver como é, eu recomendo.

Por hj é isso ai, a qualquer hora eu volto e conto mais algumas coisas, se gostou compartilha, comenta é mostra que nem todo nerd é igual...

sábado, 23 de maio de 2015

Tudo tem um começo

Meu primeiro post.... Recheado de dúvidas e medos como tudo na vida, pensei em fazer um vídeo, ou podcast, porém não tenho intimidade com câmeras nem microfones, e claro que escrever é bem mais barato.
Vamos deixar claro uma coisa, não sou bem o tipo de pessoa que você deve estar pensando, tenho uma vida fora da internet e não é trancada no meu quarto ou em um mundo de RPG, até porque eu nunca joguei RPG, isso mesmo, um nerd que não joga RPG. Já começamos por aí com as diferenças, também não sou um super fã de Star Wars nem Star Trek, isso não quer dizer que não goste, gosto, e usarei algumas referências deles aqui assim como outros filmes e séries.
Gosto da classificação de tipos de Nerd´s, facilita o entendimento e a descoberta, até porque ninguém nasce nerd ou roqueiro se tiver azar vira funkeiro....
Me descobri nerd não faz muito tempo, construí uma vida toda sem perceber a influência que se exercia sobre mim, na escola sempre fui um dos primeiros da turma, mas eu matava aula sim, nos empregos sempre dedicado e subia de cargo rápido e aprendia sobre quase tudo que me envolvia, sempre gostei de heróis e vídeo game, simplesmente porque eu era (e ainda sou) uma criança. Então veio relacionamentos (uma hora eu escrevo sobre as dificuldades disso), e a filha, algumas reviravoltas na vida e então em um belo dia olhei bem ao meu redor e percebi o mundo que me cercava, sim eu era um Nerd! E então algumas coisas começaram a fazer sentido, o bullyng que sempre sofri na escola, o mau jeito com meninas, as notas altas e a amizade com os professores, tudo aquilo me trouxe até aqui.
Então resolvi ser o Nerd mais vida loka que eu pudesse ser!
Vesti alguma camiseta de super-herói e cai nessa vida, destino ou não era a do Iron man, minha vida é igual a dele só que sem todo o dinheiro, armadura e a filantropia...

Te espero pra contar como é essa minha vida nerd loka, acompanha e deixa seu recado, compartilha pra provar que nem todo nerd é igual.