Estava a poucos dias assistindo um documentário sobre a história do vídeo game, vi como esse simples brinquedo se tornou uma rede de amizades, se tornou um estilo de vida uma coisa muito maior doque eu e você imaginamos.
Jogo desde os 7 anos aproximadamente, nunca fui viciado, mas gosto de entender do assunto, vivi a maravilhosa era do super Nintendo, passando horas sendo o Super Mario, correndo no Top Gear, entre outros muitos jogos, passei pelo play 2 e agora passo bons momentos no play 3, mas oque isso interessa? Bom, minha forma de ver o vídeo game é a seguinte: Me sento em frente à minha tv, ligo meu console e vivo aquela aventura, sendo algum lutador, ou em alguma corrida alucinante, não passo mais que três horas ali, mas se você pensa que isso me afasta das pessoas está enganado, esse hábito me aproxima mais de alguns amigos e serve de diversão no namoro, não existe noite de jogatina que não traga alguma pérola e muitas risadas.
Se já faz isso por mim que jogo off-line, imagina quem joga on-line, aproxima pessoas muito mais distante, relembra momentos da infância que ficávamos todos juntos na casa de um dos amigos pra jogar, faz pessoas se conhecerem e dividirem aventuras em um mundo sem os problemas do dia a dia, já vi histórias de amizades duradouras surgirem em jogos e são cada dia mais comuns.
A geração de gamers está cada dia maior, e superando preconceitos, existe um mercado de trabalho gigantesco de desenvolvimento de jogos e consoles, oque prova a importância dessa cultura.
Não descarto meu console de forma alguma, mesmo que eu passe dias sem jogar.
É uma ferramenta excelente pra relaxar depois de um dia estressante, seja qual for a forma que você jogue e independente do jogo, ter a oportunidade de ser um personagem que você gosta não tem preço, é como viver um filme.
Participar daquela história, de toda ação, tomar decisões e arcar com as consequencias, isso é um jogo, uma vida virtual, uma fuga da nossa realidade.
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